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CROWDPROCESS

Afinal o que é que determina se uma empresa é cool? Tudo: a paixão com que é descrita por quem lá trabalha e pelos seus fundadores, e o quanto contribui para o nosso país em termos de notoriedade, entre outros atributos intangíveis, como ter um obstáculo a ser superado por um helicóptero telecomandado. Aqui trabalham pessoas curiosas, que sabem dizer “não sei, vou ver”, que não contam as horas de trabalho, e que gostam do que fazem.

Estivemos à conversa com a equipa da Crowdprocess, que nos guiou pela intrincada explicação sobre o que aqui se faz.

Tudo começou durante uma conferência, com um pouco de tédio à mistura, em que o João Jerónimo, teve esta ideia: aproveitar a capacidade de processamento dos browsers para uso computacional de aplicações que desta necessitam. Nesta linha, em vez de ter um ou milhares de servidores com uma capacidade de processamento massiva para a sua aplicação, pode usar a Crowdprocess para o fazer, sendo mais rápido e provavelmente menos dispendioso. Assim, usará apenas a capacidade de processamento, mas não a de espaço.

Atualmente, é utilizado em diversas aplicações, como uma que faz a previsão de incêndios florestais e em centros de investigação conceituados internacionalmente.

A Crowdprocess pretende abordar grandes empresas, ou seja, usar a mesma tecnologia para aproveitar a capacidade sub aproveitada dos computadores pessoais de todos os colaboradores. Isto, claro, sem prejudicar a experiência de utilização.

Os sites que se registam na plataforma Crowdprocess, conseguem uma parte dos lucros obtidos nas aplicações também da Crowdprocess.

O sonho da Crowdprocess seria ter um alargado número de pessoas para fazer processamento, com um impacto positivo na humanidade – disse-nos a equipa, “é basicamente isso, pois fazer dinheiro qualquer um faz”.

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